sábado, 26 de setembro de 2009

Mercedes-Benz lança SLK 200 Kompressor Sport

Roadster chega às lojas da marca por 214.900 reais

A Mercedes-Benz do Brasil anunciou o início da importação do SLK 200 Kompressor Sport, nova versão do roadster concebida para os clientes que gostam de um visual mais esportivo.

As principais mudanças são estéticas. Em relação ao SLK Kompressor, a novidade oferece para-choques exclusivos e rodas de liga leve de 17 polegadas, que possuem um desenho diferenciado do conjunto de 16 polegadas da versão “convencional”.

Entre os itens de série, o SLK 200 Kompressor Sport oferece airbags frontais e laterais, faróis de bi-xenon, piloto automático, bancos com ajuste elétrico de distância e altura e sistema de som com Bluetooth.

O motor utilizado no roadster é o mesmo do SLK Kompressor, que rende 184 cv. Segundo dados da fábrica, o roadster acelera de 0 a 100 km/h em menos de oito segundos e atinge a velocidade final de 232 km/h.

O SLK 200 Kompressor Sport será vendido na rede de concessionárias da marca por 214.900 reais.


flagra novo Fiesta sedã em testes

Modelo terá motor 1.6 e deve ser fabricado no Brasil

Há quase um ano a Ford experimenta um lote de Fiesta hatch europeus em pistas de teste fechadas, laboratórios e dinamômetros.

Agora, o projeto mudou de fase. Um lote piloto de protótipos adaptado às condições do asfalto brasileiro já está em testes – um indício de que o lançamento do carro, previsto para 2011, pode ser antecipado.

O Fiesta sedã chinês também está nos planos e, conforme QUATRO RODAS antecipou em outubro de 2008, será produzido no Brasil. O modelo já roda no interior do país e em pistas particulares para testes de calibração.

Sob o capô, o três-volumes utiliza o motor 1.6 da família Sigma, que já está sendo fabricado no país para substituir o 1.6 Zetec Rocam. O novo propulsor estreia na versão mais básica do Focus, que será lançada no final de 2009.

Chrysler quer mudar cinco modelos até 2011
PT Cruiser também deve ser reestilizado, mas sem data definida

A Chrysler está planejando realizar cinco reestilizações em sua atual linha de modelos até o primeiro semestre de 2011.

Segundo o jornal Detroit Free Press, o CEO da Chrysler, Sergio Marchionne, que também comanda a Fiat, quer mudar o desenho dos modelos Chrysler Town & Country, Dodge Caravan e Caliber, Jeep Compass e Patriot dentro de, no máximo, 18 meses.

Um processo completo de reestilização normalmente leva de dois a três anos para ser concluído. Ainda segundo o periódico, o PT Cruiser também deve ganhar um visual novo, mas sem data prevista.

Na próxima semana, Marchionne espera enviar um documento com o planejamento estratégico da Chrysler pelos próximos cinco anos à força-tarefa comandada pela administração de Barack Obama.

A porta-voz da Chrysler, Shawn Morgan, se recusou a falar sobre a reportagem do Detroit Free Press.

“Estamos revendo nosso recursos, mas nenhuma decisão ainda foi feita”, limitou-se a dizer.


Porsche lança Panamera no Brasil
Modelo terá motor V8 e preços partindo de 549 mil reais

A Porsche anunciou na última quarta-feira, 23 de setembro, o lançamento do Panamera no Brasil.

O cupê de quatro portas foi lançado em abril de 2009, durante o Salão de Xangai. Seu desenho polêmico divide opiniões, especialmente entre os fãs mais puristas da montadora de Stuttgart.

A dianteira remete a outros modelos da marca, como o Cayman. As entradas de ar lembram a nova geração do 911, que acaba de ganhar novas versões. Já a traseira possui lanternas parecidas com as do Boxster e uma ampla vigia traseira para melhor visualização nas manobras de marcha a ré.

O Panamera conta com itens de última geração, como a transmissão com embreagem dupla, controle de largada e o sistema PASM (Porsche Active Suspension Management), que altera o comportamento da suspensão de modo a deixar o veículo mais confortável ou mais esportivo.

Por aqui, o Panamera será oferecido em três versões, todas equipadas com um motor 4.8 de oito cilindros em “V”.

A versão S gera 400 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 5,4 segundos. A velocidade máxima é de 283 km/h com câmbio seqüencial ou 285 km/h com a transmissão manual.

No caso da 4S, o bólido acelera de 0 a 100 km/h em cinco segundos e atinge a velocidade final de 282 km/h. O Panamera Turbo é o topo-de-linha, com uma potência de 500 cv, graças ao incremento de dois turbos. O modelo parte da imobilidade e chega aos 100 km/h em 4,2 segundos e chega aos 303 km/h.

A linha Panamera já pode ser encomendada e as primeiras unidades serão entregues entre dezembro e janeiro. O Panamera S é vendido por 549 mil reais, enquanto que o 4S custa 599 mil reais. O Panamera Turbo tem preço sugerido de 749 mil reais.

Na medida certa

Com mais torque em baixas e médias rotações, a nova Suzuki GSX-R 750 está mais forte e controlável

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Temperatura ambiente 7°C, o céu azul destacava a cor branca da Suzuki GSX-R que desfilava no asfalto da pista de Almeria, na Espanha. Sempre tive uma queda pelas motos de 750cc, como a solitária Suzuki, que reina no "limbo" entre as 600 e as 1.000. Para minha sorte, e dos leitores que também curtem as 750, durante o lançamento dos pneus Bridgestone BT-003 a nova versão da SRAD estava à disposição para testes. O modelo ainda não chegou ao Brasil, mas será lançado pela J. Toledo no segundo semestre. E adianto que recebeu melhorias que a tornaram ainda mais prazerosa de acelerar na estrada e na pista. Vem comigo...

Ao contrário da maioria das esportivas, que sempre ostentam alguma redução de peso, a nova Suzi ganhou peso. Sem combustível, óleo e outros fluidos, engordou de 163 kg para 167kg. Isso porque ganhou um catalisador maior antes da ponteira de escapamento. Apesar das melhorias e reduções de peso em peças móveis como as válvulas, o motor manteve a potência de 150 cv. Se você é fascinado por performance, saiba que uma preparação simples, como a troca do escapamento descartando o catalisador (para uso em pista, claro) já renderia alguns cavalos a mais.

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Motor recebeu modificações para ficar mais leve e melhorar o desempenho, como as válvulas de titanio no cabeçote, mais leves e resistentes

Não se trata de uma motocicleta totalmente nova, mas que passou por melhorias como o sistema delimitação de potência S-DMS (Suzuki Drive Mode Selector), antes presente nas GSX-R 1000, da Hayabusa e da B-King. O sistema permite escolher entre três modos: quem ainda não se sente seguro com a moto pode optar pelo "C", que limita o desempenho e torna o motor mais manso, útil também para pista escorregadia; a opção "B" melhora o desempenho, mantendo alguma limitação principalmente em baixa rotação; já para ralar o joelho nas curvas, acione a posição "A" e seja feliz.

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As pedaleiras, aliás, podem ser ajustadas na base e com isso o piloto pode se adequar às curvas mais radicais. E o banco chega a ser macio para uma superesportiva, até confortável perto de uma CBR 600, mas, claro, não tenha esperanças de levar a garupa com alguma mordomia. Para ela resta apenas uma fina cama de espuma e muita emoção. Já tinha testado a maioria das 1000cc na pista de Almeria, Yamaha R1, CBR 1000RR, Ducati 1098S, KTM RC 8R, KawasakiZX-10 e logo depois peguei a nova SRAD 750. Para a surpresa de quem assistia ao teste, fui mais rápido com a 750! Com as 1000 entrava lançado nas curvas controlando a roda traseira para não desgarrar, brigando para mantê-las no trilho. Subi na 750 e logo senti a entrega de potência mais linear, sem tanta brutalidade, o que ajuda afazer o traçado com perfeição. E não falta motor, como acontece com algumas 600. Eu me sentia um piloto de competição, usava a zebra da esquerda para a direita.

Bye, bye

Mas se você, como a maioria dos donos de esportivas, for ficar longe dos autódromos, saiba que em estradas sinuosas o motor transforma o asfalto em playground. Principalmente acima de 6.000 rpm, tem energia para nos levar de curva em curva de forma rápida e sem ter de buscar marchas ou trabalhar sempre em alta, o que uma 600, por um preço muitas vezes semelhante, dificilmente consegue. Já para rodovias que se pode chamar de auto-estrada, com várias pistas, bom asfalto e curvas abertas a GSX-R 750 protege menos do vento que o modelo anterior, obrigando a se abaixar bastante para ficar totalmente protegido.

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Nas últimas voltas na pista de Almeria já tinha a moto tão sob controle que buscava tempos cada vez mais baixos. Enquanto as 1000 exigem sempre respeito, minha evolução com a 750 era maior. Em relação às 600, que também experimentei no circuito, ela dá um "tchau" e o motor ganha vigor com as rotações bem mais rápido, em todas as marchas. Nas reduções bruscas, a embreagem anti-travante permite abusar mais e, assim como na CBR 1000RR, é mais difícil o travamento roda traseira com o freio motor. Significa usar mais o freio dianteiro sabendo que a roda traseira permanecerá no traçado coordenado pela dianteira. O novo amortecedor de direção, agora eletrodráulico, aumenta a compressão conforme a velocidade sobe. Com isso, a frente fica mais firme permitindo uma tocada ainda mais radical.

O resultado é que em nenhum momento tive problema de perda de estabilidade. Entre as motocicletas japonesas de quatro cilindros, a nova GSX-R 750 é a mais equilibrada. Não falta potência para ver o velocímetro chegar rápido a 280 km/h, ou acelerar de 0 a 100 em menos de 4 segundos.

Meio-termo é a mãe!

A nova SRAD não é mais o meio-termo entre a 600 e a 1000. Está mais para 1000, mesmo mantendo os 150 cv, porque as respostas não são agressivas somente em alto giro. O fôlego em médias rotações é outro, com um novo coletor de admissão mais longo, que se traduz em torque. A injeção de combustível agora conta com duas borboletas por cilindro, o que também traz linearidade à subida de giro. Uma borboleta menor controla a injeção de combustível em baixos e médios giros, oferecendo a quantidade certa de mistura para ter uma combustão perfeita. Somada à borboleta maior, controlada eletronicamente em alta, a 750 entrega respostas sempre imediatas. Em resumo, um motor linear e melhor aproveitado.

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