sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Motor VHT 1.0: VW inicia campanha

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Volkswagen Voyage

A Volkswagen anunciou hoje o recall dos modelos Novo Gol, Voyage e Foxanos 2009 e 2010 com a numeração de chassis indicada abaixo. Os proprietários terão que comparecer em uma concessionária da marca para a atualização do sistema de partida a frio dos modelos.

Segundo a montadora, condições de baixa temperatura podem gerar dificuldades na hora de dar a partida no veículo, obrigando repetidas tentativas. Isto pode gerar perda de sincronismo na queima da mistura de ar e combustível, causando ruptura no coletor de emissão e, eventualmente, risco de incêndio.

Para mais informações, os proprietários devem entrar em contato co ma VW através do telefone 0800 703 3773 ou pelo site.

Confira os números de chassis envolvidos:

Novo Gol 1.0 e Novo Voyage 1.0 2009 e 2010
9P 000001 a AP 004729 e 9T 000001 a AT 009 587

Fox 1.0 2009 e 2010
94 000001 a A4 039918

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Peugeot 302 Darl ´ mat Sport

A Peugeot organiza eu 4º encontro nacional nos próximos dias 31 de outubro e 2 de novembro em São Paulo. A programação começa às 22h do dia 31 na Praça Charles Miller onde todos os participantes do evento irão se reunir, trocar informações e comer uns petiscos no bar Torcida.

No dia 1º de novembro, o clube irá se reunir no Kart in na parte da manhã.`As 17h30, os participantes irão para o Outback do Jardim Anália Franco, e às 23h00 terá início a primeira balada de São Paulo fechada exclusivamente para um clube de carros, na Nexxt Lounge.

No dia 2, será realizado o almoço de confraternização. O clube é aberto a todos os entusiastas e proprietários da marca, sem custo algum. Basta realizar um registro no fórum e participar das discussões ativamente para ser considerado membro do clube. Lembrando que o CP é contra rachas e condutas que agridam as leis de trânsito. Para se associar, acesse www.clubepeugeot.com

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Pintura na carroceria do Hyundai Genesis

O maior evento de carros tunados, peças e serviços do mundo, o SEMA Show, em Las Vegas (EUA) vai se aproximando com boas atrações. A feira começa no próximo dia 3 e vai até 6 de novembro ainda se recuperando dos efeitos da crise econômica mundial, mas com novidades. Uma delas será um estande em que artistas gráficos vão mostrar suas habilidades em usar o aerógrafo nas carrocerias de alguns modelos.

As pinturas serão feitas na hora e vão retratar obras famosas de Dali e Picasso. Um dos carros que vão parecer telas ambulantes será o sedã Hyunday
Genesis, propositalmente branco e com trabalhos gráficos. Agora é só esperar para ver.

BMW X6M: mistura explosiva

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BMW X6M: o primeiro da linha M com tração integral, chega ao Brasil no início do ano que vem

Parece que temos um problema sério em mãos. Os cientistas nos dizem que as emissões de carbono dominaram a atmosfera e que as temperaturas globais estão subindo. Tempestades devastadoras atacam regiões costeiras despreparadas com uma ferocidade alarmante. O Meio-Oeste Americano permanecerá congelado mesmo depois das calotas polares derreterem e os mares subirem.

A causa dessa calamidade? Aparentemente, tem gente se divertindo demais ao volante. Condenados estão, dizem alguns, os dias dos V8 de 500 cavalos; daqui em diante, as agências ambientais nos relegarão a dirigir carroças elétricas de 80 cv para que as flores possam se abrir na primavera.

A BMW certamente não foi comunicada disso. A divisão de alto desempenho da empresa acaba de lançar dois novos carros da linha M, cada um equipado com motores V8 turbinados de 558 cv. E ambos são SUVs, veículos utilitários esportivos. (ou, no jargão da BMW, SAVs, veículos de atividade esportiva.) Engulam essa, americanos. E nós, aqui no Brasil, podemos nos preparar, já que o X6M chega no início do ano que vem, junto com o pequeno X1.

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Se o X6 já tem apelo esportivo, essa versão M é quase um modelo de competição

O X5M ao menos demorou para sair, já que a plataforma existe desde 1999. E, tecnicamente falando, os dois veículos são praticamente idênticos nos números. O X6M eliminou um banco na traseira, é uns dois centímetros mais longo e pouco mais de um centímetro mais estreito, e abre mão de uns 4,5 cm na altura para ter o perfil de um cupê. Todo o resto é idêntico – bitola na frente e atrás, entre-eixos, potência e desempenho, até mesmo o peso.

Os dois carros saem de fábrica com o mesmo equipamento. Abrindo a lista vem o motor M, o novo V8 biturbo neste caso. Este conceito não é inédito, tanto oX6 original quanto o último Série 7 o estrearam no ano passado. Já esta versão, chamada M TwinPower Turbo, passou pela bancada da M Technik. E isso, obviamente, significa mais potência. Ele utiliza a tecnologia Twin Scroll Twin Turbo juntamente com um coletor de exaustão que serve às duas fileiras de cilindros, o que foi conseguido ao colocar os turbos e os catalisadores no meio do V do motor. Isso serve para encurtar os canos e coletores e aumentar a área de contato para elevar a eficiência do sistema de indução forçada.

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Detalhe da letra M na saída de ar lateral

A potência máxima é 563 cv no dinamômetro, ou 555 cv líquidos. Mais impressionante é a curva de torque, que é mais um platô que uma curva: 69 mkgf, com um pico que vai de 1.500 a 5.650 rpm. E, brincadeiras à parte, ele não é tão brutalmente ineficiente como parece, obedecendo ao padrão de emissões europeu e exibindo um consumo combinado de cerca de 8,5 km/l. Além de inaugurar o turbo na linha M, esses modelos têm outros ineditismos: eles são os primeiros M com tração integral, assim como os primeiros equipados com uma transmissão realmente automática. Chamada M SportsAutomatic, ela oferece três modos de trocas: D, S e M, o último o obrigando a trocar, sozinho, as marchas. No modo totalmente manual, ela usa uma função redutora de torque onde cilindros são desligados individualmente cancelando a injeção de combustível e ignição para se obter trocas mais curtas e satisfatórias.

A seleção de marchas ocorre por meio da alavanca central do câmbio ou nas borboletas de alumínio atrás do volante. O modo M também permite acessar a função de controle de largada. Pressionando o pedal do freio e levando as rotações até 60% do mostrado, o sistema se arma. Quando o freio é liberado, o SAV acelera com força total; a transmissão troca as marchas automaticamente nas rotações ideais, com os melhores tempos de trocas possíveis e controle de patinação das rodas.

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Velocímetro vem com marcação de até 300 km/h

A parte movimentada do nosso teste aconteceu no autódromo Road Atlanta. Pilotando essa fera por aquelas curvas de alta velocidade, eu logo desisti da seleção manual de marchas. Assim como a maioria das transmissões “inteligentes” modernas, o modo esportivo automático quase lê sua mente atrás do volante. No caso do X6M e seu irmão 5, ele facilita atingir desempenho máximo enquanto permite a você se concentrar em seguir sua linha na pista em vez de procurar a alavanca de câmbio ou bater em borboletas montadas em ângulos inconcebíveis.


A potência chega ao chão por meio do sistema de tração integral xDrive da
BMW. Neste caso, o xDrive usa o que eles chamam de dinâmica ideal; essencialmente, ele é configurado para privilegiar a potência na traseira. Mas a distribuição variável de potência continua programada para avaliar as condições de condução e direcionar a potência para a frente ou para a traseira, mesmo antes de as rodas começarem a patinar, para evitar sobre (ou sub) esterçamento e agir preventivamente na estabilidade.

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Haste de alumínio para troca de marcha

Com níveis tão prodigiosos de potência, massa e aderência, é assustador imaginar as coisas dando terrivelmente errado. Um X6M fora de controle seria uma impressionante explosão de energia, algo da magnitude de uma fusão nuclear. É aí que você passa a apreciar os sistemas de segurança e auxílio à direção: controle dinâmico de estabilidade (DSC), suspensão a ar à moda M, direção adaptativa com amortecedores ajustáveis eletronicamente, e antirrolamento ativo. E, caso você goste de brincar com a sorte, o modo M Dynamic (ativado pelo botão DSC) eleva o ponto a partir do qual esses sistemas passarão a intervir. O fanfarrão que existe dentro de você provavelmente vai adorar.


O mundo precisava de um SUV de 558 cv, dois na falta de um? Provavelmente não, mas a ideia continua sendo tentadora. E, apesar dessa era apocalíptica, estes são dois dos mais potentes já feitos. Com preço pouco abaixo de 90 mil dólares nos Estados Unidos (cerca de R$ 157.500), eles parecem ser plenamente competitivos na paisagem dominada por Mercedez-Benz
ML63 e do Porshe Cayenne Turbo. Se o mercado vai continuar a acolher carros assim, já é outra questão. Mas, em termos de audácia pura, os dois certamente recebem nosso selo de aprovação.

Básico chique: BMW 118i x Mercedes B180

Guilber Hidaka
Conterrânos, com preços parecidos, mas com comportamentos bem diferentes. Assim é a dupla BMW 118i e Mercedes B180

Pense rápido: se tivesse um pouco menos de R$ 100 mil para gastar em um carro importado, qual modelo você compraria? Para entrar nessa lista, as tradicionais BMW e Merecedes-Benz resolveram lançar seus representantes. A primeira ataca com o 118i (R$ 96.000) e a outra com o recém-lançado B180(R$ 99.800), que passa a entrar no lugar do B170 na linha 2010. Os dois agora disputam a preferência de quem sempre sonhou em ter um carro de uma das duas fabricantes com mais prestígio no mercado mundial, mas nunca teve coragem de assinar um cheque de mais de R$ 100 mil. Se esse é o seu caso, então prepare-se para entrar num dilema: optar pela praticidade, sem muitas surpresas ou procurar algo mais apimentado.

É isso mesmo. Apesar de estarem na mesma faixa de preço e de serem de marca arqui-rivais,
118i e B180 são carros completamente diferentes. O BMWé um diabinho pronto para instigar seus instintos selvagens, apesar de ser o modelo mais em conta da marca. E o Mercedes foi feito para rapazes de família, que buscam união estável, filhos e um sítio para descansar nos finais de semana. Basta entrar e dar a partida em qualquer um dos dois para notar que estão em lados opostos. No BMW é preciso inserir a chave no contato e apertar um botão, como se estivesse em um carro de corrida. Enquanto que noMercedes o procedimento é o mesmo que você faria em qualquer minivan parada nas portas dos colégios nos Jardins.

Guilber Hidaka
O BMW recebeu laterbas reestilizadas recentemente. E o Mercedes agora vem com o logotipo B180 na traseira no lugar do B170

Gire o volante e vai perceber claramente outra diferença entre os dois: no B180a direção tem assistência elétrica, que exige o mínimo esforço nas manobras e parece que está anestesiada nas curvas, de tanto que prioriza o conforto de quem dirige. Ao contrário do Mercedes, o 118i tem direção bem mais direta, pesada e comunicativa, deixando o motorista sempre a par do que acontece entre os pneus e o asfalto. Acelere o B180 e verá que o conta-giros vai se manter em um patamar quase constante por causa do câmbio CVT(Continuously Variable Transmition), com relações de marcha continuamente variáveis, como no antigo Honda Fit. Foi programado para economizar combustível e manter baixo nível de ruído. E sabe o que a BMW aprontou dessa vez?


Guilber Hidaka
Frente longa do BMW por causa do motor longitudinal

Vamos lá: um câmbio automático de seis marchas, com opção de trocas seqüenciais e que passa para o modo esportivo assim que a alavanca é deslocada para a direita, algo difícil de resistir, principalmente se estiver numa bela estrada cheia de curvas. Quando aparece a letra “S”, (de Sport Mode) no painel, o motor vai ganhando rotação, mesmo pisando de leve no acelerador. Então o ronco do motor vai entrando pelos seus ouvidos e, mesmo em se tratando de um 2.0, de 136 cavalos, não é difícil sentir a taxa de adrenalina aumentando nas suas veias. No lado oposto, num mundo bem mais pacato, oB180 e seu 1.7 de 116 cavalos passeia sem pressa e em silêncio. Traduzindo tudo isso em números, basta comparar o que dizem as fabricantes. Aceleração de 0 a 100 km/h do BMW: 10,1 segundos, ante 12 s do Mercedes. Máxima: 204 km/h do 118i, contra 180 km/h do B180.


Guilber Hidaka
No Mercedes, os traços são de uma minivan

Mas, apesar de todas as diferenças, existe um ponto em que os dois são bem parecidos: itens de série. Ambos contam com uma lista bem recheada de equipamentos. Além de freios ABS, duplo air bag, ar-condicionado, sistema de som com controles no volante, computador de bordo, entre outros, ainda é possível encontrar dispositivos mais sofisticados, como pneus que continuam rodando mesmo com pequenos furos (no caso do 118i) e que têm a pressão de calibragem monitorada (no B180). Outro exemplo é o sistema que aciona os limpadores de pára-brisa automaticamente assim que as primeiras gotas d´água atingem o vidro.

Porém, as diferenças entre o
BMW e o Mercedes continuam. O 118i é baixo como um esportivo (1,42 m de altura ante 1,60 m do rival) e tem tração traseira, o que implica, entre outros detalhes, em um comportamento exemplar nas curvas, ajudado pela distribuição de peso (para isso, a bateria vai sob o assoalho do porta-malas). Além disso, a direção não sofre interferências da transmissão, ao contrário do Classe B, com tração dianteira e motor montado na transversal. Por isso é que o Mercedes é bem mais espaçoso que o BMW, cujo espaço interno e prejudicado pelo túnel do eixo cardã. No quesito porta-malas, o B180 dá um banho no 118i: são 544 litros, ante apenas 330 litros do conterrâneo. Apenas quando o assunto é ergonomia o BMW dá o troco. E o principal culpado disso é o comando do limpador de pára-brisa na alavanca que aciona os piscas laterais do Mercedes, algo que leva certo tempo para se acostumar.

Guilber Hidaka
Nessa versão mais em conta do Série 1, o ar-condicionado é analógico, mas não a lista de itens de série vem bem recheada

Somando pontos positivos e negativos de cada um, o BMW sai com a vitória. Além de ser mais em conta é um carro um pouco mais bem acertado e com melhor desempenho. Apesar de não ter o espaço do Classe B, o 118i não deixa de levar quatro ou cinco ocupantes e suas respectivas bagagens. Entretanto, se além de status você faz questão de conforto e não liga para desempenho, então fique com o Mercedes. Vai depender de que lado você está: do trivial, prático e comportado ou de algo mais ousado, divertido e egocêntrico?

Guilber Hidaka
Por dentro, o Classe B180 oferece bem mais espaço que o BMW 118i: vocação familiar

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Jaguar XF Supercharged: afiando as garras

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Jaguar XF Supercharged esbanja disposição com seu motor de 420 cavalos: 0 a 100 km/h em 5,4 segundos e 250 km/h de máxima

Quando a aeronáutica dos Estados Unidos enviou o protótipo do caça P-51 à Inglaterra, a primeira providência que os ingleses tomaram quando o avião chegou foi instalar um motor mais potente com compressor Merlin debaixo do nariz da aeronave. Então nasceu o aparelho militar mais famoso de todos os tempos. Lá na Inglaterra eles continuam usando essa tática de que o maior é melhor, daí o Jaguar XF Supercharged.

O ronco do V8 4.2 é bastante agradável e fica melhor ainda com compressor. Essa versão sobrealimentada é capaz de gerar 420 cavalos e 66,3 kgfm de torque a meros 3.500 rpm e transforma o
XF em um bicho bem diferente. A musculatura extra aparece de maneira elegante – mas isso não significa o fim das nuvens de borracha queimada. Pise no acelerador com força e o XF acelera como um puro-sangue. Em alta velocidade, o carro se torna um verdadeiro “hooligan”(ferozes torcedores britânicos). Pena que não existem estradas sem limite de velocidade nos Estados Unidos, porque esse XF Supercharged parece que nasceu para elas.

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Qualquer semelhança com a traseira dos cupês da Aston Martin não é mera coincidência

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Interior é cheio de truques e alta tecnologia

Além das rodas com aro de 20 polegadas de diâmetro, o XF SC conta com suspensão controlada eletronicamente. O sistema é acionado no painel e recalibra a pressão nos amortecedores de acordo com o ânimo do piloto, tornando-os mais rígidos em velocidades mais altas, o que ajuda a manter o carro sob controle nas curvas, frenagens e acelerações. Mas acho que esse tipo de suspensão deixa o carro com comportamento um tanto artificial, embora ajude na dirigibilidade. Na minha opinião, novos pares de molas H&R ou Vogtland fariam o mesmo com menos prejuízos para quem espera por algo mais emocionante.


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Botão controla o modo de funcionamento do câmbio

Talvez a nossa única crítica ao XF aspirado seja a falta de emoção que transmite. É um carro muito bem acertado, mas um pouco sem graça. Nessa versão com compressor esse problema é resolvido e ainda supera as expectativas. Se pudesse, eu economizaria o dinheiro que gastei nos bares da vida por um XF Supercharged. Sim, valeria a pena.

Smart Brabus: o pimentinha

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Faróis com lentes escurecidas e rodas de aro 16 polegadas fazem parte das diferenças estéticas do BRABUS para as demais versões do ForTwo

Mercedes-Benz Classe E, CLS, GLK, ML...estavam todos ali, disponíveis para uma volta rápida em um trecho da pista do Rodoanel que ainda não foi inaugurado, na região de Mauá (SP). Enquanto a maioria dos jornalistas disputava o único exemplar do Classe E Coupé, o lançamento do dia, corri para as quatro unidades do Smart estacionadas ao lado. "Esse não é, este também não...aqui, sim, o Brabus", pensei.


Como indica o nome, o novo
Smart Brabus Xclusive é resultado da parceria entre a Mercedes e a empresa alemã Brabus, especializada em apimentar o desempenho dos modelos da marca. Defletores de ar dianteiros e laterais ressaltam a esportividade do carrinho, mas para diferenciá-lo basta espiar a traseira, que traz o logotipo 'Brabus' no canto inferior direito da tampa do porta-malas. Os farois dianteiros, escurecidos, também são diferentes do Smart Fortwo coupé, assim como o para-choque traseiro, que traz escape duplo central. Dentro dele, as diferenças ficam por conta do volante esportivo e outros detalhes, como tapetes de veludo fino e frisos prateados.

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Dupla saída de escapamento e mais disposição ao pisar no acelerador também são atributos do carro

Mas o Brabus se destaca mesmo por ser o "pimentinha" da gama Smart. O motor turbo, de três cilindros, que já equipa o Fortwo, ganhou fôlego: são 98 cavalos e 14,3 kgfm de torque - contra 84 cv e 12,2 kgfm de torque do modelo convencional. Tudo isso para um carro de apenas 780 quilos, o que dá ao Brabus a relação peso potência de 7,95 kg/cv.
A suspensão do
Brabus também recebeu novos amortecedores e está 10 milímetros mais baixa. As rodas dianteiras são de 16 polegadas - ao invés de 15'' -, calçadas por pneus 175/50 R, e as traseiras são de 17'', montadas em pneus 225/35 R. Na prática, você sente o carrinho totalmente agarrado ao chão.


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Interior vem com detalhes exclusivos, como...

Apesar do rápido passeio, em trechos de reta, o Brabus mostrou sua agilidade: as trocas de marchas são mais rápidas que no Fortwo convencional, o que ameniza o balanço da carroceria no momento da troca. Segundo a Smart, o tempo das relações de marcha foi reduzido em até 20%, graças ao novo gerenciamento eletrônico do motor. Aos 100 km/h e com o câmbio automatizado em quinta marcha, o conta-giros, no centro do painel, marca 3.000 rpm. Se pisar mais um pouco, você alcança o torque máximo, disponível aos 3.500 rpm - momento em que o Brabus vira um foguetinho. Conforme a fabricante, o carro vai de 0 a 100 km/h em 9,8 segundos e tem velocidade máxima limitada em 155 km/h.


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... a alavanca de câmbio e os tapetes com a marca BRABUS

Reta para lá, outra para cá, e nos despedimos dele. Por enquanto, só falta dizer o preço dessa brincadeira. Então, tome nota. Segundo as lojas da marca, o Brabus chegará ao mercado brasileiro no mês que vem entre R$ 90 mil e R$ 100 mil - mais de R$ 30 mil mais caro que a versão Coupé. Está explicado o seu sobrenome no Brasil: Xclusive (exclusivo).

Mitsubishi Outlander chega por R$ 124.990

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Mitsubishi Outlander 2010 com frente reestilizada e rodas de aro 18 polegadas

A Mitsubishi começa a vender o utilitário esportivo Outlander reestilizado e com algumas modificações mecânicas por R$ 124.990, apenas com motor V6. O novo visual segue o estilo adotado no esportivo Lancer Evolution e inclui frente totalmente remodelada, com desenho mais agressivo e novos componentes, como faróis, capô e grade frontal. Na linha 2010 também serão adotadas rodas de aro 18 polegadas e a lista de equipamentos disponíveis será maior e com itens mais sofisticados.


Um deles fica por conta do sistema que controla o carro em subidas e descidas (Hill Start Control) nas versões equipadas com câmbio automático de seis marchas e com tração integral, que agora passa a estar disponível com controle eletrônico, que distribui a força do motor entre os eixos e evita que o carro saia de lado em pisos escorregadios.

Além disso, o interior recebeu novo painel e volante com apelo mais esportivo, além de som de alta fidelidade, de 710 watts e entrada USB na versão XLS, que ainda pode vir com câmera que ajuda nas manobras, entre outros itens. No conjunto mecânico, o motor V6 agora rende 240 cavalos, potência para acelerar de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos e atingir 200 km/h, conforme os números da fabricante.


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Traseira quase não mudou em relação à versão 2009

Elétricos: será que agora vai?

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Quem visitar o Salão de Frankfurt (Alemanha), aberto até o próximo domingo (27), pode achar que o motor a combustão está com os dias contados, tamanha a quantidade de carros elétricos expostos. Mas essa realidade ainda está um pouco distante. Segundo a Volkswagen, os elétricos deverão representar apenas de 1,5% a 2% das vendas na Europa em 2020. “Será um nicho de mercado”, aponta o presidente da Audi do Brasil, Paulo Sérgio Kakinoff.

A própria
Audi exibiu um R8 elétrico, o e-tron, com lançamento marcado para 2012 — inclusive no Brasil, garante Kakinoff. A configuração do esportivo é bem interessante: o sistema de tração integral se dá pela própria disposição dos motores. São quatro, um em cada roda. E a lateral da roda tem um formato de pás de turbina que, quando o carro está em movimento, serve para resfriar os motores e os freios. Somada a força dos propulsores, temos 312 cavalos, o suficiente para levar o e-tron de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos. A máxima é limitada em 200 km/h. Com baterias que podem ser recarregadas na tomada de casa entre seis e oito horas, o R8 elétrico tem autonomia de 248 km, segundo a Audi.

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Outra marca que anunciou um elétrico nas lojas foi a Volkswgen. O compacto E-Up! chega ao mercado europeu em 2013 e, segundo a montadora, só não vem antes por uma questão de custos — tecnicamente, ele poderia ser lançado agora. O carrinho entrou rodando na apresentação à imprensa, sem emitir nada (nem barulho). A questão do ruído, aliás, é um dos problemas a serem resolvidos. Um carro que não faz barulho é um perigo nas ruas, podendo causar acidentes e, principalmente, atropelamentos. Por isso, o E-Up! imita o ronco de um motor a combustão pelo sistema de som. Algumas fabricantes de pneus também estudam modelos que produzam maior ruído de rodagem, para uso em carros elétricos.


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Uma sacada do carrinho da Volkswagen é o teto com painéis solares que ajudam a recarregar a bateria do motor, e também fornece energia para periféricos como o ar-condicionado. Com autonomia de 130 km (suficiente para o dia de um europeu médio, segundo a fabricante), o E-Up! tem 81 cv, 21,4 kgfm de torque e acelera de 0 a 100 km/h em 11,3 s, com máxima de 130 km/h.

O principal entrave para o sucesso dos elétricos será mesmo o preço. De acordo com Kakinoff, o custo médio dessas baterias automotivas de íon-lítio é de 15 mil euros, cerca de R$ 40 mil. Isso é mais que o preço de um carro compacto na Europa, cerca de 9 mil euros. Assim, o desafio das fabricantes de baterias nos próximos anos é baixar esse custo, em conjunto com as montadoras — a produção em maior escala pode ser a principal solução. De qualquer forma, o preço do sistema é muito mais viável que o do hidrogênio, na casa dos 85 mil euros.

E no Brasil?

Com a oferta do álcool e o motor flex, o país não deve receber os elétricos tão cedo. Os híbridos devem chegar antes. Segundo executivos das principais montadoras, “o Brasil tem uma solução muito mais barata e pronta nas mãos”. De qualquer forma, eles devem vir a conta-gotas. Se depender da Audi, o R8 elétrico chega aqui em 2012.

sábado, 10 de outubro de 2009

GM fecha venda da Hummer para chineses
Acordo ainda depende do aval das autoridades

A General Motors concluiu nesta sexta-feira, 9 de outubro, o acordo de venda da Hummer para o grupo Sichuan Tengzhong Heavy Industrial Machinery.

Segundo a agência de notícias Automotive News, nenhuma das empresas divulgou maiores informações sobre a transação, mas a imprensa especula que os chineses desembolsaram 150 milhões de dólares pela marca.

O controle da Hummer ficará nas mãos de um grupo de investimento comandado pela Tengzhong, que vai deter 80% das ações. Os 20% restantes ficarão sob o controle do empresário Suolang Duoji.

De acordo com a agência espanhola EFE, a empresa asiática vai assumir a marca, os direitos comerciais, os direitos de licença necessários para a fabricação dos veículos Hummer e os acordos existentes com a rede de concessionárias. Atualmente, a marca conta com 158 revendedoras credenciadas nos Estados Unidos.

Apesar de os detalhes entre as duas empresas estarem acertados, o acordo ainda não foi completamente oficializado. O próximo passo é obter a autorização dos órgãos reguladores da China e dos EUA.

Mitsubishi lança Outlander GT no Brasil
Crossover ganhou visual dianteiro inspirado no Lancer

A Mitsubishi Motors anunciou o lançamento do Outlander GT, que recebeu uma reestilização inspirada na nova geração do sedã Lancer.

Além da nova dianteira – com visual mais agressivo do que o modelo anterior -, o crossover ganhou novas rodas de liga leve e painel de instrumentos com grafismo inédito. Já as lanternas são escurecidas e possuem iluminação por LEDs.

A versão topo-de-linha é equipada com um motor 3.0 V6 movido a gasolina, que gera 240 cv. O conjunto ainda possui válvulas com tempo de abertura e fechamento variáveis, resultando em mais torque e economia de combustível em baixas rotações, segundo a montadora.

A transmissão é automática de seis velocidades, com opção de trocas sequenciais na alavanca ou nas borboletas situadas atrás do volante. Para as situações de fora-de-estrada, o modelo oferece três tipos de tração, incluindo a opção de bloqueio nas quatro rodas.

Entre os itens de série, o crossover conta com airbags frontais, laterais e do tipo cortina, sensor de chuva, piloto automático, computador de bordo com 11 funções, sistema multimídia com conexão para iPod e entrada USB e sensor de luminosidade.

O Outlander GT tem preço sugerido de 124.990 reais e, segundo o site da montadora, o carro também é oferecido com o motor 2.4 de 16 válvulas e 170 cv. Nesta configuração, o veículo sai por 102.990 reais.

BMW mostra triciclo conceitual Simple
Protótipo tem proposta semelhante a do Carver One

Nesta sexta-feira, 9 de outubro, a marca apresentou o Simple Concept, estudo de um veículo voltado para o trânsito dos centros urbanos. Assim como o Carver, o protótipo possui três rodas, transporta dois passageiros e possui um mecanismo que inclina a carroceria quando o condutor contorna uma curva. No caso do BMW, a diferença do sistema é que todas as rodas acompanham o movimento do volante.

O conceito também foi concebido visando o alto desempenho. O motor de 36 kW a combustão faz com que o carro acelere de 0 a 100 km/h é estimada em dez segundos e a velocidade máxima supera os 200 km/h.

Com três metros de comprimento, um metro de largura e 1,40 metro de altura, o Simple pesa apenas 450 quilos. Curiosamente, na última quinta-feira, 8 de outubro, a Nissan revelou o Land Glider, veículo de quatro rodas que adota o mesmo princípio do Carver.

Fiat revela planos de fabricar SUVs na Rússia
Montadora poderia vender modelos da Jeep no país

O CEO da Fiat, Sergio Marchionne, manifestou o desejo de produzir utilitários esportivos na Rússia, um dos mercados mais lucrativos para as montadoras nos dias atuais.

Segundo informações da agência de notícias Reuters, a declaração do italiano foi feita após uma visita à Moscou.

“Nosso sonho é produzir jipes na Rússia”, afirmou o italiano durante um encontro com o primeiro ministro russo, Vladmir Putin.

Em resposta à vontade de Marchionne, Putin garantiu que fabricar veículos utilitários no país pode ser muito lucrativo para o Grupo Fiat.

“A demanda por SUVs está crescendo cada vez mais na Rússia, especialmente pelo fato de que ainda temos muitas estradas para construir”, disse, referindo-se ao fato de que o país não conta com uma malha viária em bom estado.

Os planos da Fiat poderiam ser viabilizados por meio da Chrysler, já que a empresa norte-americana detém os direitos da marca Jeep, responsável pela comercialização de modelos como o Grand Cherokee e o Liberty.

Marchionne afirmou também que a fabricante de Turim pretende expandir sua parceria com a montadora russa Sollers, que deve produzir veículos compactos e médios da marca italiana.

As vendas de automóveis na Rússia sofreram uma forte queda neste ano. De acordo com analistas de mercado, o setor não deve se recuperar antes do final de 2009.

Toyota mostra sucessor do Celica em Tóquio
Modelo compartilha plataforma com o Subaru Legacy e deve usar o mesmo motor boxer

Os fãs do Toyota Celica ficaram órfãos em 2006, quando a fabricante japonesa decidiu encerrar a produção do cupê - e sem um sucessor propriamente dito. Pois no Salão de Tóquio de 2009, um dos destaques da marca japonesa será o conceito FT-86, cupê esportivo que resgata a fórmula que fez sucesso entre 1970 e 2006, em especial na comunidade 'drift' do Japão.

Embora tenha sido apresentado como conceito, a expectativa geral do mercado é que ele chegue ao mercado no final do ano que vem, já como modelo 2011. Seu visual é bastante agressivo, com faróis espichados e vincos marcantes no capô e carroceria, que lhe conferem um aspecto musculoso.

Toyota FT-56

O modelo, que é fruto de uma parceria da Toyota com a Subaru, compartilha a plataforma com o Legacy, mas com todo sistema de suspensão, freios e direção recalibrados. o FT-86 também deve contar com o mesmo motor boxer de dois litros e quatro cilindros, mas ao contrário do Subaru, que conta com tração integral, a potência será enviada somente para as rodas traseiras.

Dados não oficiais - que serão confirmado somente na apresentação oficial durante o evento - dão conta que a potência deverá superar a casa de 200 cavalos, com aceleração de 0 a 100 km/h em menos de sete segundos. A velocidade máxima deve bater em 225 km/h. Os bons números de desempenho também se devem a um exaustivo trabalho de redução de peso.

Audi lança Q7 2010 no Brasil
SUV da marca alemã chega com novo visual

Depois do Land Rover Freelander, é a vez do Audi Q7 chegar às revendas brasileiras em sua linha 2010.

O modelo passou por uma leve reestilização e recebeu novos faróis com iluminação LEDs – inclusive nos faróis de neblina – e novas lanternas. O desenho da grade dianteira, que conta com filetes de alumínio, também mudou sutilmente.

O Q7 oferece uma vasta lista de itens de série. Ar-condicionado digital com quatro zonas de regulagem de temperatura, sensores de estacionamento na dianteira e traseira, câmera instalada na tampa do porta-malas e piloto automático com controle de distância em relação ao veículo da frente são alguns dos luxos presentes no SUV alemão.

O utilitário esportivo é vendido no Brasil nas motorizações 3.6 V6, que gera 284 cv, e 4.2 V8, capaz de desenvolver 355 cv, ambas com tração integral nas quatro rodas.

Os preços do Q7 são de 278 mil reais para a versão com seis cilindros e 349 mil reais no caso da topo-de-linha V8.

Nissan Land Glider: conceito elétrico inspirado nas motos
Protótipo de dois lugares inclina a carroceria para fazer curvas e passageiro vai atrás do motorista
A Nissan vai apresentar, no Salão de Tóquio de 2009, o conceito Land Glider, compacto urbano de dois lugares elétrico. Além de ecologicamente correto, o protótipo é uma proposta para escapar de congestionamentos e também ter mais facilidade na hora de estacionar nas grandes cidades

Maiores detalhes sobre o modelo só devem ser divulgados da abertura do evento. Mas o modelo faz durvas , mas o interior mostram um interior futurista, em que o passageiro vai sentado atrás do motorista, como em uma motocicleta. A inspiração no mundo das duas rodas não para aí. Para fazer as curvas, a carroceria se inclina .

Nissan Land Glider

Se o conceito não chega a ser exatamente uma novidade, a Nissan incorporou novidades, como o sistema de direção sem fio.

Nissan Land Glider - interior

domingo, 4 de outubro de 2009

Vendas crescem quase 20% em setembro, diz Fenabrave
Honda City e Hyundai i30 foram os destaques do mês
Por Vitor Matsubara | 02/10/2009

Os emplacamentos de automóveis de passeio e comerciais leves cresceram 19,85% em setembro de 2009, segundo o último relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Segundo a entidade, foram vendidos 249.559 veículos de passeio e 47.092 comerciais leves, totalizando 296.651 unidades emplacadas em setembro.

O número é superior às 247.525 unidades registradas em agosto de 2009 e também supera os 254.182 veículos emplacados em setembro do ano anterior. Nos resultados de acumulado entre 2008 e 2009, o crescimento é de 5,49%, passando de 2.096.396 no ano passado para 2.211.421 neste ano.

Entre os automóveis de passeio, a VW lidera com 24,49% de participação de mercado em setembro. A vice-liderança ficou com a Fiat (24,01%), seguida por GM (21,32%) e Ford (8,87%). A Honda aparece com 5.29%, à frente de Renault (4,66%), Peugeot (3,43%) e Citroën (2,84%). Toyota (2,18%) e Hyundai (0,97%) completam a lista.

No acumulado de 2009, a Volkswagen está com 25,79%, com a Fiat na segunda colocação (25,00%). A GM ocupa a terceira posição com 20,26% do mercado, enquanto que a Ford possui 9,55%. Honda (4,75%), Renault (4,46%), Peugeot (3,18%) e Citroën (2,72%) fecham os oito primeiros.

No segmento de comerciais leves, o primeiro lugar no mês de setembro ficou com a Fiat (21,23%). A GM obteve 18,44%, com Ford (14,74%), Hyundai (11,06%) e Volkswagen (9,15%) nas colocações seguintes. O acumulado de 2009 registra o primeiro lugar da Fiat, com GM, Ford, VW e Hyundai completando os cinco mais bem posicionados.

O Volkswagen Gol seguiu na ponta dos automóveis em setembro. Com 30.823 emplacamentos, o hatch superou seu rival Fiat Palio (19.195) e o terceiro colocado Chevrolet Corsa Sedan (15.593). Fiat Uno (15.290), Chevrolet Celta (15.219), Fiat Siena (12.700), VW Fox (11.441) e VW Voyage (9.092) compõem a lista dos oito mais emplacados.

Entre os demais modelos, o Toyota Corolla superou seu rival Honda Civic no resultado mensal (5.402 contra 4.295). Outro sedã da Honda, o City, foi bem e figura na 22ª posição, com 3.622 unidades emplacadas.

O Hyundai i30 também se destacou e ficou em 30º lugar, com 1.723 veículos emplacados no mês. Em setembro, o modelo sul-coreano superou Chevrolet Vectra GT (1.157), Peugeot 307 (1.043), Fiat Stilo (979) e Citroën C4 Hatch (901).


FIAT 500

O IRREVERENTE COMPACTO CHEGA PARA CONCORRER COM SMART FORTWO E VW BEETLE




A invasão dos compactos de nicho definitivamente chegou ao Brasil. Depois do smart fortwo e do Mini Cooper, a Fiat traz o 500 (ou Cinquecento), que aposta no carisma e na nostalgia para fazer sucesso no país.

Fabricado na planta de Tychy, na Polônia, o pequeno é inspirado em seu famoso homônimo lançado em julho de 1957. O Cinquecento original foi concebido para ser um carro popular e acessível para as famílias italianas. Tinha menos de três metros de comprimento e pesava apenas 500 quilos.

A versão repaginada do simpático carrinho não é exatamente um veículo barato, mas guarda muitas semelhanças com seu antepassado. Os faróis redondos, a pequena grade frontal e a régua do porta-malas são algumas heranças do antigo 500.

Por dentro, o painel conta com uma faixa pintada na mesma cor do carro, outra característica dos modelos antigos. Os instrumentos ficam agrupados em um círculo, dificultando um pouco sua visualização. O volante de três raios agrupa funções de fácil alcance aos dedos do motorista, como o sistema de navegação Blue&Me TM e os comandos do sistema de som.


MERCEDES-BENZ SLS AMG

O SUBSTITUTO DO SLR RECORRE AO PASSADO PARA REINAR ENTRE OS ESPORTIVOS DO FUTURO



O SLR McLaren colocou a Mercedes-Benz de vez no seleto grupo dos esportivos de sonho. Sua produção foi encerrada no início de 2009 e, junto dele, começaram as especulações sobre o sucessor do bólido. A resposta será dada pela AMG, divisão de alto desempenho da montadora, e atende por três letras: SLS.

Para substituir o SLR, a estrela de três pontas decidiu buscar referências no passado. De qualquer ângulo que se olhe, é nítida a inspiração no 300 SL, um clássico da década de 50 imortalizado por suas portas ‘asa-de-gaivota’.

Na dianteira, o formato da grade e o desenho do capô com os dois vincos são traços herdados do antigo Mercedes. As duas entradas de ar próximas ao para-brisa também marcam presença e até os faróis remetem ao passado.

De perfil, a semelhança com o antigo modelo impressiona. As tomadas de ar próximas aos para-lamas dianteiros e o desenho da capota são praticamente iguais às do 300 SL. Isso sem mencionar as já citadas portas com abertura para cima, a grande sensação do SLS AMG.

A traseira também lembra bastante o tradicional “Gull Wing”. O visual limpo é tipicamente alemão, com lanternas parecidas com as do SLR e um discreto par de ponteiras de escape.

O interior é a única parte do SLS que traz poucas referências ao modelo original. As entradas de ar arredondadas conferem um ar nostálgico. Uma vez acomodado nos confortáveis bancos do tipo concha, a sensação é de se estar em um cockpit de carro de corrida. O comprador, aliás, pode optar por cinco tonalidades de couro: preto, vermelho, areia, porcelana e marrom.

MITSUBISHI PAJERO TR4 FLEX

PRIMEIRO UTILITÁRIO FLEX DA MARCA JAPONESA, MODELO GANHA NOVO VISUAL E MOTOR MAIS FORTE


O TR4 foi o primeiro modelo produzido pela Mitsubishi no Brasil e o pioneiro na adoção da tecnologia Flex. Mas o menor dos Pajero também foi o último da família a ganhar um novo visual, que chega às lojas em outubro.

A mudança – que na verdade foi uma reestilização – deixou o utilitário esportivo bem diferente da geração anterior. A dianteira ganhou novos faróis, grade e para-choque, ficando parecida com os outros modelos da linha Pajero.

De lado, as entradas de ar acima do para-lamas dianteiros lembram muito o Land Rover Freelander, assim como as rodas de liga leve de 17 polegadas. A traseira também é muito parecida com o utilitário britânico e ganhou novas lanternas.

Por dentro, as mudanças foram mais discretas. O painel de instrumentos ganhou novo grafismo e o desenho do volante é inédito. Os comandos do ar-condicionado foram redesenhados e o console central ganhou apliques na cor prata.

O motor 2.0 16V Flex ficou mais potente: são 140 cv se abastecido com álcool e 135 cv quando movido a gasolina. De acordo com a montadora, os números de consumo urbano e rodoviário caíram em relação ao modelo anterior.

De série, o TR4 é oferecido com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, freios com sistema anti-travamento (ABS) e sistema de som com reprodução de arquivos em MP3, Bluetooth e entrada auxiliar USB são alguns dos itens do modelo.

Já o sistema de tração oferece quatro opções - 4x2, 4x4 contínuo, 4x4 com bloqueio de diferencial central e 4x4 com bloqueio de diferencial e reduzida -, sendo que três delas podem ser selecionadas a uma velocidade de até 100 km/h.

FIAT STRADA WORKING

VERSÃO MAIS ACESSÍVEL DA PICAPE CHEGA COM NOVO VISUAL E TRÊS OPÇÕES DE CARROCERIA


Fiat Strada Working

A nova geração da Saveiro chega para incomodar a Strada, mas a Fiat já agiu rápido para defender a liderança do segmento. Após lançar a Adventure Cabine Dupla, a montadora lança a linha Working, que, como o nome diz, é voltada para o trabalho pesado.

São três opções de carroceria: Cabine Simples, Cabine Estendida e Cabine Dupla. Todas contam com o mesmo motor 1.4 Fire que já é utilizado na versão Trekking. O conjunto rende 86 cv se abastecido com álcool e 85 cv com gasolina.

O visual da dianteira segue o desenho do Palio, mas com os faróis monoparábolas adotados atualmente no Siena EL. Ao contrário da Saveiro, os para-choques da Strada Working são pintados na cor da carroceria, com as molduras dos para-lamas na cor cinza.

As rodas contam com calotas ao invés das rodas de aço que eram utilizadas nas versões mais simples da picape, como a Fire (que permanece em linha). A traseira tem a mesma aparência da Trekking, com estribos ao lado da placa, e a tampa possui trava para impedir o furto de cargas.

A capacidade volumétrica da caçamba varia de acordo com a versão. A Cabine Simples oferece 1.100 litros, enquanto que a Cabine Estendida conta com 800 litros. Já a Cabine Dupla, que foi projetada para levar quatro ocupantes, comporta 580 litros.


A lista de itens de série da Working inclui computador de bordo, imobilizador, volante com regulagem de altura, ganchos para amarração de carga na caçamba e acendimento temporário dos faróis após o motor ser desligado. Airbag duplo, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas e freios com sistema anti-travamento (ABS) são vendidos como opcionais.

Além das novas versões, a Fiat promoveu um reposicionamento de preços para a Strada Fire, que preserva o desenho da terceira geração do Palio.